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Comer carne em nossa cultura sempre foi um hábito natural, costume até pouco tempo inquestionável. No entanto, no mundo moderno em que a globalização, a tecnologia avançada e a pouca distância entre os vários costumes de inúmeros povos tornou-se algo comum, há questionamentos permanentes sobre qualquer assunto.
Um exemplo é a reflexão acerca da alimentação carnívora e do preço pago pelos animais para que o homem possa comer carne. Segmentos múltiplos tais como simpatizantes e seguidores das culturas orientais, nutricionistas e variados estudiosos da área da saúde, pessoas espiritualizadas e sensíveis, entre tantas filosofias e linhas pensantes questionam as vantagens e desvantagens de comer carne.
Muitos são os artistas, pessoas influentes e formadores de opiniões que defendem a alimentação sem o uso da carne, e os argumentos são inúmeros. Desde científicos - o perigo da ingestão de animais doentes, a dificuldade da digestão da carne, a tão polêmica e questionada necessidade nutricional, entre outros; ambientais - desmatamento para plantar a soja que alimenta o gado, questão da poluição do planeta pelas flatulências bovinas, compactação, erosão e consequente perda do solo para a criação bovina. Existe aproximadamente uma cabeça de boi para cada brasileiro em nosso país, entre tantos outros. Esses são os impactos diretos, fora os indiretos tais como perda da biodiversidade, assoreamento de nascentes e cursos d’água, entre outros.
Além das citadas reflexões em termos científicos e ambientais, também existem as espirituais, energéticas e filosóficas. Recebi por parte dos estudiosos do Calendário Maia um informativo repleto de questionamentos acerca desse assunto, e compartilho com você, leitor, um raciocínio sobre uma visão energética de quem usa a alimentação carnívora.
“Os animais – onda de vida que vem logo depois da nossa, portanto, literalmente nossos irmãos menores – possuem um duplo-etérico e um corpo astral. As energias circulantes nesses corpos têm uma vibração densa, letárgica e agressiva se comparadas ao campo energético humano. Quando o animal é sacrificado, os resíduos energéticos astroetéricos –obviamente não destruídos pelo cozimento– permanecem aderidos à sua carne, sendo absorvidos então nos corpos etérico e astral do comedor de carne. Esses verdadeiros “emplastos” de energias animais, que se colam na rede energética dos corpos sutis do carnívoro, iniciam um processo de “rebaixamento de vibrações” e de “contaminação psíquica”. É uma espécie de “desaceleração” energética.
A energia animal “intrusa”, que não vibra no mesmo teor da humana, causa uma espécie de “curto-circuito” ou desaceleração da rede eletromagnética do organismo, nos níveis denso, etérico e astral. Perturba-se o fluir da energia cósmica de freqüência mais elevada, que constitui o ser humano. Está preparado o cenário para o que chamamos de “doença”. Enfim, são amplas as reflexões acerca desse tipo de alimentação e suas implicações. Para defender o uso da carne ou não como alimento para os humanos é importante dar abertura às reflexões dos estudiosos e interessados no assunto, para que a decisão de optar por um estilo de alimentação não seja determinado por costumes arraigados, e sim fruto de uma análise e reflexão conscientes.
Informações retiradas do informativo “Paz e Amor, bicho!” Campanha Nacional em Favor dos Animais. Pedido do informativo completo pelo e-mail: tudopelosbichos@edconhecimento.com.br
02-02-12 -
19:04:30 -
Estar com a mente no mesmo lugar em que se encontra o corpo é uma questão de treinamento e educação mental. Quantos são os alunos que estão dentro da sala de aula, mas apenas o corpo, pois a consciência está no passeio almejado, no jogo que participarão, na comida desejada, no (a) namorado (a), em alguma preocupação existente, ou em alguma outra fonte de prazer. Muito têm aula pela manhã e durante toda a tarde permanecem com o livro aberto, mas a mente vagando, em pleno passeio pelos mais variados lugares e situações. Estar com a mente e o corpo em um mesmo local e objeto faz a diferença quando nos referimos a um bom estudante ou não. E não apenas os estudantes acadêmicos. Estamos na escola da vida e quem consegue estar presente a cada momento e a cada acontecimento por inteiro, lucra e com certeza ganha um aprendizado maior. Como diz o ditado alemão – “Ah! Se os jovens soubessem e os velhos pudessem”...
A concentração, principalmente segundo os ensinamentos orientais, vem do treino. Eles procuram uma posição firme e confortável e acalmam a mente, em atitude de concentração, e a etapa posterior é fixá-la em um ponto (símbolo ou música, mantra) para meditar, ou seja, parar as ondas mentais. Para eles a concentração é um passo anterior à meditação. E caso nesse momento muitos pensamentos invadirem a mente, eles os acolhem e depois cuidadosamente pedem licença e voltam a concentrar e meditar.Se for necessário pedir licença muitas vezes eles pedem sem perder a paciência. Até que um dia venham menos pensamentos e eles adquiram maior controle sobre suas mentes. Ou seja, é questão de treinamento. Como fazemos musculação para fortalecer os músculos (repetição de exercícios físicos), também repetimos e treinamos os exercícios mentais.
Existem estudantes treinados e concentrados e alunos totalmente destreinados e dispersos. Mas para haver esse hábito o aluno tem que desejar. Tem que querer. “ O melhor professor e os melhores livros são incapazes de fazer o aluno aprender se ele não o desejar”. Assim também na vida. Está tudo disponível ao ser humano. A vida está aí, para quem estiver com disposição e desejar. É preciso motivação e abertura para superar obstáculos, descobrir o novo. “Se você quer que o sol entre em sua casa tem que abrir a porta e as janelas”. Para que venha a Vida temos que nos abrir. Deseja-la, aceitá-la como é. Segundo Jung só transformamos o que aceitamos. (“Tudo aquilo a que se resiste, persiste...”)
Na infância, a capacidade de aprendizado é muito maior. E grande parte dessa realidade vem do fato de que crianças possuem corpo e mente mais conectados e não preenchem a mente com preocupações excessivas. Geralmente estão onde estão, ou seja, a mente acompanha o corpo. São mais inteiras em relação ao que aprendem e a cada momento vivido. Que possamos deixar de viver mecanicamente para vivermos intensamente o momento presente, observando-nos e ao mundo ao nosso redor. Observarmos e vivermos cada minuto. Tomamos o café da manhã assistindo tv, conversando, e nem percebemos o café, sendo que alguém preparou a terra. Alguém jogou uma semente de café. Alguém aguou. Alguém colheu. Alguém torrou. Alguém moeu. Alguém empacotou. Alguém levou para o supermercado. Alguém comprou no supermercado. Alguém coou. Que possamos beber o café inteiros, saboreando, que possamos degustar....
“Há um famoso guru que se iluminou. Seus discípulos perguntavam-lhe: “ Mestre, o que o senhor conseguiu como resultado de sua iluminação; o que a iluminação lhe deu. O Homem respondeu: Bem, vou contar-lhes o ela me deu: quando eu como, eu como; quando eu olho, eu olho; quando eu escuto, eu escuto. Foi isso que ela me deu! Os seus discípulos retrucaram: todo mundo faz isso! E o mestre riu a valer: “ todo mundo faz isso! Então todo mundo deve ser iluminado”! A questão é que quase ninguém faz isso. Quase ninguém está aqui, vivo...
29-09-11 -
16:02:09 -
“A escolha da profissão é fruto de fatores que a determinam e é importante analisá-los e ter consciência deles para lidar melhor com cada um, o que possibilita uma escolha profissional mais acertada. Esse é um dos papéis de um processo de Orientação Vocacional. Para ajudar uma pessoa que está em dúvida e perdida quanto à escolha da profissão, o sistema antigo de aplicação de testes psicológicos foi substituído pela moderna e eficiente aplicação de técnicas de auto-conhecimento, dinâmicas, avaliações, indicação de como obter informações sobre os vários tipos de profissões, tudo isso associado a alguns testes psicológicos. O conjunto de todas essas técnicas proporciona uma escolha mais acertada e adequada.
Quanto aos principais fatores que determinam a escolha, os estudiosos e pesquisadores dessa área concordam que girem em torno de fatores políticos, econômicos, sociais, educacionais, familiares, psicológicos. “Fatores políticos referem-se especialmente à política governamental e seu posicionamento frente à educação, em especial ao ensino médio, pós-médio, ensino profissionalizante e à universidade. Fatores econômicos referem-se ao mercado de trabalho, a globalização e informatização das profissões, à falta de oportunidades, o desemprego, a dificuldade de tornar-se “empregável”, a falta de planejamento econômico, queda do poder aquisitivo da classe média e todas as conseqüências do sistema capitalista neoliberal no qual vivemos. Fatores sociais dizem respeito à divisão da sociedade em classes sociais, à busca da ascensão social através do estudo (curso superior) , a influência da sociedade na família, e os efeitos da globalização na cultura e na família. Fatores educacionais compreendem o sistema de ensino brasileiro, a falta de investimento do poder público na educação, a necessidade e os prejuízos do vestibular e a questão da universidade pública e privada de uma forma mais geral. Fatores familiares colocam a família como parte importante no processo de impregnação da ideologia vigente. A busca da realização das expectativas familiares em detrimento dos interesses pessoais influencia na decisão e na fabricação dos diferentes papéis profissionais. Fatores psicológicos dizem respeito aos interesses, motivações, habilidades, competências pessoais, à compreensão e conscientização dos fatores determinantes versus à desinformação à qual o indivíduo está submetido.” Citação obtida na apostila do curso “Orientação Profissional”, da empresa Consultar – Gestão de Pessoas.
Levando em consideração todo esse contexto, um processo de orientação vocacional facilita a escolha da profissão ao trabalhar com o orientando o conhecimento de si mesmo, das influências que é submetido, e do mundo do trabalho. Cada sujeito possui uma vocação e o sucesso do processo consiste em descobrir essa verdadeira vocação e adapta-la à realidade do mundo do trabalho e da dinâmica de vida do orientando. Célia Laborne em sua coluna dominical “Vida Integral”, do Jornal Estado de Minas, ao falar sobre vocação, comenta que “nem sempre o homem percebe claramente qual o seu lugar no mundo, segundo o plano divino, e passa a vida infeliz, querendo ocupar o lugar alheio, comparar-se com outros ou querendo imitá-los. Há gente que quer, com dificuldade incrível, executar o que o nível divino não lhe pede, e desgasta-se ou fracassa. A mente humana cria, por vezes, normas rígidas para se cumprir na vida, quando o caminho seria agradável e produtivo dentro do dom que lhe foi dado e que é sempre a melhor forma de evolução”.
Enfim, é de profunda importância uma escolha profissional pensada, analisada, e para os que ficam perdidos há ajuda especializada. Seja através de um processo de orientação vocacional ou por outra via, o sensato é que as pessoas parem e se detenham na questão. Raciocinem, trabalhem no sentido de acertar na escolha. Muitos abrem mão e deixam a vida escolher. Estão dessa forma abrindo mão de uma liberdade, e terão que arcar com a conseqüência dessa atitude. É preciso pensar nessa questão. Preguiça mental não combina com escolha acertada. Mas se o indivíduo se propõe e se abre às análises sobre si mesmo e seu contexto de vida, busca informações sobre as profissões o prognóstico é bom. Caso ainda assim se sinta perdido, existem profissionais especializados. O importante é querer e buscar enxergar a realidade que envolve sua vida e suas escolhas...
15-09-11 -
19:47:09 -
Tema do livro “Quando o Mal Estar Social Adoece o Coração, O Infarto À Luz da Modernidade”, reflexões sobre o mundo moderno nos conduzem a uma visão mais consciente sobre as direções da vida nos dias atuais e suas consequências. Escritora e Psicóloga, em tal livro Suzana de Albuquerque Paiva nos direciona a pensamentos interessantes. Compartilho com você, leitor, um pouco desse vasto campo de pensamento, nas palavras da autora: “A hipermodernidade na vida do indivíduo lhe impõe a superação de si em todos os sentimentos e em todos os momentos. Até na hora da morte, o importante é superar-se, o importante é transcender a sua condição humana. É o que vemos acontecer com os pacientes coronarianos infartados, que sofrem com as demandas e expectativas excessivas, impostas pela sociedade e por eles próprios, de superar-se cada vez mais, de agir constantemente em acordo com sua concepção heróica. Uma das conseqüências dessas pressões, externas e internas é o adoecimento. É quando a hospitalização vem romper com esse desejo de corresponder a tantas demandas. Observamos que, nesse momento de impacto e quebra em suas trajetórias de vida, nesse momento específico da hospitalização, eles pressentem e reconhecem viver uma solidão existencial , condição típica dos heróis de todos os tempos, ligada a uma angústia profunda, agora mais exacerbada, diante da possibilidade mais concreta da morte, em função do infarto.” “Em pesquisa realizada sobre a urgência do tempo, Aubert (2003b) depara com o depoimento de um executivo que diz que anda a duzentos por hora para impedir que a morte o alcance".
Ao refletir sobre as mutações econômicas, tecnológicas, sociais e culturais da segunda metade do século XX, Aubert (2006) constata certas questões que conduziram à emergência de um novo tipo de indivíduo, cuja maneira de ser, de fazer e de sentir difere profundamente da de seus predecessores. Cita como exemplo as descobertas científicas, a globalização da economia e a flexibilidade generalizada, com suas exigências de desempenho, além da revolução proveniente das tecnologias de comunicação, que desempenham um papel essencial para o surgimento desse novo indivíduo. De que forma essas transformações afetam o homem em sua identidade mais profunda, em sua maneira de vivenciar os sentimentos, em sua relação com o tempo, com os corpos e com os outros, assim como as patologias que o afetam, foi o que questionou durante um colóquio que reuniu vários pesquisadores e culminou com o surgimento de um livro sobre o indivíduo hipermoderno, uma das grandes referências do livro de Suzana Paiva.
Para quem se interessar em aprofundar no assunto, Suzana explora no livro as questões laborais (do mundo do trabalho) e afetivas (os amores, encontros e desencontros no mundo atual) na saúde do homem hipermoderno e suas conseqüências coronarianas. Certo é que nossa saúde física é fruto da inteiração corpo, mente, emoções, energias. É com essa consciência que poderemos evoluir globalmente, como realmente precisamos para que a qualidade de vida seja respeitada e priorizada...
01-09-11 -
17:04:18 -
“Em média, passamos adormecidos vinte e dois anos de nossa vida. Atualmente, sabemos muito mais sobre o sono do que sabíamos, porém, de muitas maneiras ele continua a ser tão misterioso quanto os buracos negros do espaço sideral”. Essas são palavras de Roo Usher, autor do interessante livro “ O Sono”. “Sabemos que o sono normal, relaxante, é constituído por cinco estágios. Os quatro primeiros aprofundam-se gradativamente, até a quinta etapa, chamada REM (sigla em inglês para movimento rápido dos olhos). Os estágios alteram-se durante toda a noite, porém os mais profundos – quando o cérebro está afastado da realidade consciente – parecem ser os de maior importância para o descanso e relaxamento”.
Na verdade, por mais que cientistas estudem e tentem explicar, o sono ainda é em muitos sentidos uma incógnita. Assim também como muitas doenças mentais. Por mais que se estude, ainda há muito a ser descoberto. Existe muito mistério envolvido. Mas muitas informações valiosas já vieram à tona. Por exemplo, que cada pessoa possui um relógio biológico muito particular, isso é fato. Existem casos de pessoas que viveram uma vida de trabalho e desenvolvimento, e que dormiam duas horas por noite. O importante, segundo os especialistas, é ter uma rotina, um horário estabelecido para dormir e acordar. É fato também que o sonho é fator preponderante para a manutenção da saúde mental, pois nos sonhos desejos são realizados, problemas são resolvidos, emoções encontram um canal de para serem extravasadas sem o qual não haveria o equilíbrio e a saúde mental correria um sério risco. Dormir é um processo que deve descansar, aliviar física e emocionalmente. É necessário desenvolver-se hábitos regulares de sono. Há um ciclo determinado pela natureza em torno do nosso tempo.
“No caso do ser humano, o ritmo que nos orienta é chamado circadiano, um termo cunhado pelo dr. Franz Halberg, derivado do latim circa (cerca de) e diem (dia) para reconhecer que, como a Terra, os animais funcionam num ciclo de 24 horas, um relógio biológico”. “ O que os pesquisadores do sono salientam sobre os ritmos circadianos é a regularidade. O que conta não é tanto a hora em que se vai para a cama, a hora em que a pessoa se levanta ou o tempo que se escoa entre ambos, mas, sim, o estabelecimento de um padrão. Uma pessoa que sofre de insônia vai dar risada à sugestão de que o sono é algo que deve ser ligado e desligado como um interruptor, entretanto existem certas formas de facilitar o fluxo do sono, particularmente através de rituais do sono”. Dormir é entregar. È relaxar, soltar, abandonar. Dormir ao lado de uma pessoa com tranqüilidade indica confiança. Podem ser muitos os fatores que atrapalham um indivíduo de dormir bem. Muitos resistem ao sono por dificuldade de entrega. Entrega ao inconsciente e ao fato de “ sair do controle”, sair da vigília. Vários por agitação mental, ansiedade. Ou por distúrbios ou doenças do sono, tais como pesadelos crônicos, terror noturno, sonambulismo, entre muitas outras patologias. No outro extremo da falta do sono há o excesso. Pessoas deprimidas muitas vezes encontram no sono uma saída. O excesso do sono é conhecido pelos especialistas como EDS ( excessive daytime sleepiness), e pode advir tanto de fatores emocionais quanto fisiológicos.
Dicas para uma boa noite de sono:
-Evite barulho excessivo, comidas pesadas, som e televisão ligados na hora de dormir. O melhor é dormir em lugar arejado, após ingestão de comida leve, criando um ambiente tranqüilo. – Dormir no escuro é o mais adequado, pois a luz estimula a produção de certas substâncias químicas que deixam o cérebro am estado de maior vigília. – Efetue respirações mais profundas e vá enviando à mente comandos de descontração. – Um banho relaxante, sempre levando em consideração o valor da água, portanto usando-a com bom senso também pode ser benéfico para um sono tranqüilo. Mas se ainda assim o indivíduo não conseguir dormir, deve levantar-se e procurar alguma atividade adequada. Rolar muito tempo na cama gera mais ansiedade. E lembrando, é claro, que cada pessoa possui uma determinada necessidade de tempo de sono. Respeitar essa diversidade é essencial, assim como lembrar da importância do ritmo e dos horários.
Citações retiradas do livro: “ O Sono”, Roo Usher.
18-08-11 -
17:08:42 -
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