Fenômeno meteorológico caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, por isso provoca uma série de eventos atmosféricos capazes de alterar o clima em todo o mundo.
O EL NIÑO mais forte manifestou-se nos anos de 1982/1983, quando as temperaturas da água do mar chegaram a ficar sete graus acima do normal, com enchentes nos estados da região Sul e seca na região Nordeste.
El Niño e La Niña são fases distintas – quente e fria – de um movimento oscilatório resultante da interação entre o oceano e a atmosfera. É mais uma força da natureza com leis e dinâmicas próprias, cujos fundamentos os cientistas desconhecem, razão pela qual é impossível, ainda, se prever o início de um e o fim do outro, e vice-versa.
O fenômeno La Niña ocorre, na maioria das vezes, ao final da ocorrência de um El Niño, funcionando através de uma espécie de inércia de reacomodação não regular, que foge aos padrões normais, através do esfriamento das águas a leste do Pacífico, nas costas do Peru, formando um bolsão, com as águas do oceano atingindo uma temperatura entre 3 a 3,5° C abaixo da sua média normal. Ventos alísios fortes “empilham” águas quentes no extremo oposto, a oeste, na Ásia, alterando sobremaneira a circulação dos ventos e da atmosfera em todo o planeta. Mesmo sendo considerado um fenômeno de intensa energia, os cientistas acreditam que seus efeitos, em regra geral, são menos danosos ao ambiente do que os do El Niño.
Fontes: Inmet e Fundação Joaquim Nabuco.
This post was last modified on 04/06/2024 10:18
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