fenômeno culinário nova-iorquino chama-se cronut. É um híbrido de croissant e donut: um donut com massa de croissant ou um croissant em forma de donut, tanto faz. Tem recheio de creme de baunilha e cobertura aromatizada com rosas. E as chances de conseguir prová-lo são mínimas. Ninguém sabe explicar por que, mas desde que foi posto à venda pelo francês Dominique Ansel Bakery, em sua confeitaria no Soho, virou mania. Ansel disse que passou meses testando a receita para obter um produto final de camadas macias e estampadas com um acabamento levemente crocante.
A história do cronut começou em 10 de maio, uma sexta-feira, quando a primeira leva foi posta à venda: os 50 bolinhos sumiram em 15 minutos. No dia seguinte, meia hora antes de a confeitaria abrir, às 8 da manhã, já havia uma pequena fila na porta. O estoque de cronuts terminou em 15 minutos. No outro dia, a mesma coisa. As filas foram aumentando, e com a média de cem pessoas por dia, chamaram atenção. O bolinho ganhou páginas de jornais, virou notícia na tevê e manchete nos sites. A fama do cronut começou a correr o mundo. Um cronut estava ao preço de US$ 5.
This post was last modified on 04/06/2024 10:46
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